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Identificação

ARTENAVE, Atelier – Associação de Solidariedade é uma Instituição Particular de Solidariedade Social com sede em Moimenta da Beira.

Fundada em 09.11.1994 (D.R. III Série nº24 de 28.01.1995) e registada na Direcção Geral de Acção Social em 07.09.1995 (D.R. III Série, nº135 de 12.6.1996), tem como grande objectivo contribuir para a promoção social da população da região nordeste do distrito de Viseu, através de actividades organizadas para crianças, jovens e adultos, independentemente da origem e das características físicas, intelectuais e mentais de cada um.


Razão

ARTENAVE, Atelier - Intervenção Social em “Terras do Demo”

“Na planta e no homem as raízes tacteantes rebentarão a pedra para chegar ao húmus e não haverá depois ventania que os derrube”. (Aquilino Ribeiro in “O Homem da Nave”)

Parafraseando mestre Aquilino “com a contumácia e o frenesim dum carvalhiço entre dois fragões”, ARTENAVE ultrapassa já 10 anos, desde que os ideais que a animam lhe deram origem.

Pensada com o arrojo próprio a todas as inovações e, em acréscimo, desafiando o individualismo granítico das gentes do planalto, da escassez das suas instituições, do cómodo estatuto dos seus funcionários públicos, do atraso e da convicção fatalista e secular do serrano que do seu chão - por isso “Terras do Demo” - só vê brotar calhaus, foi, desde logo, baptizada em homenagem à personalidade, às posições – até perante os poderes instituídos – e à coragem daquele ilustre conterrâneo. A visibilidade, nem sempre bem compreendida, que deu a toda esta região à qual nos orgulhamos pertencer é um dos estímulos para ARTENAVE. Dele retiramos a teimosia e a persistência que nos há-de levar ao húmus. E, tal como este se esconde debaixo dos fragões, também a nossa riqueza está debaixo do nosso atraso. Basta acreditar e não esmorecer, ou não fosse nosso, também, o seu lema “alcança quem não cansa”.

Ainda noviça como IPSS, através da concepção e execução do Programa Integrado de Intervenção Comunitária “Arco-da-velha” (1996/1999) deu e recebeu o grande impulso para a intervenção social no concelho e na região. As estratégias a que este programa obedeceu levaram ao desenvolvimento de três vertentes complementares, todas incontornáveis, no trabalho social moderno: a parceria como necessidade e hábito de articular com outras instituições e serviços, que mais não seja para uma melhor e mais profícua gestão da informação; a formação e a profissionalização de recursos humanos com a simultânea competência e consistência organizacional interna; a maior acessibilidade a novos instrumentos de trabalho - programas -, mais fáceis, graças a melhor informação, a mais formação e credibilidade, consequências também da primeira e da segunda vertentes.

Entre os últimos, a Medida 5 do INTEGRAR e a 5.6 do POEFDS, asseguraram, em 2001 e 2002, respectivamente, as instalações e o equipamento indispensáveis às suas actividades.


Localização

 

 

 

 

 

 

 

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